Quem é esse tal de Yuri?


Yuri Célico
25 anos
Formado em Produção Audiovisual (Cinema) - PUCRS - 2013
Graduando em Jornalismo - UFRGS - desde 2014
Também escrevo para o Papo de Cinema

Me encontre no Twitter, Instagram e Facebook.



Olá! Eu sou o Yuri (o cara profissional aí da foto). Eu me formei em Cinema pela PUC-RS em 2013, e desde 2014 curso Jornalismo na UFRGS. "Ah mas Yuri você tem dinheiro então?" Tenho nada, nasci com os bolso do avesso, gente. Sou PROUNI mesmo, e agora na Federal sou cotista. Porém, com meus 25 anos, até que eu já fiz algumas coisas legais. Já fui office boy, caixa, gestor de um departamento de vídeo, vendedor em varejo, redator e editor de um site, já dirigi curtas, escrevi roteiros, montei projetos de vídeo, escrevi livros que eu acho que nunca terei coragem de publicar e, desde 2011, tento dar atenção a esse espaço aqui - além de ser colaborador do site Papo de Cinema também.



(aqui eu, noutro ângulo que dá um recorte sóbrio e astuto da minha pessoa)




Eu criei o Classe de Cinema com o intuito de que ele fosse uma extensão da sala de aula na faculdade. Ou seja, ele serviria para difundir tudo o que eu aprendesse por lá. Nasci na periferia da zona norte de Porto Alegre (RS), e como sempre fui pobre, achei que seria impossível poder cursar na universidade aquilo que eu queria: no caso, Cinema. Uma vez que consegui uma bolsa nesse curso, decidi que iria criar um espaço para distribuir o conhecimento apreendido lá dentro, para que outros Yuris da vida pudessem aproveitá-lo também.

Com o tempo, entretanto, percebi que a melhor maneira de fazer isso era através de textos sobre os filmes que eu assistia. Até que aprendi, por fim, lendo e acompanhando mestres da crítica cinematográfica como Roger Ebert e Pablo Villaça, que a própria crítica é (ou deveria ser) um modo de instigar o debate e difundir o conhecimento.

E pois bem, aqui estamos. Mas ainda assim:

Quem sou eu? Além, é claro, do cara centrado e elegante dessa outra foto:




Porque você deveria me ler?

Não sei. Acho que nunca fui muito bom em vender meu peixe, mas prometo o seguinte: pra mim, todos os filmes são ARTE. Sim, TODOS OS FILMES são Arte. Da nova produção repleta de efeitos visuais dirigida pelo Michael Bay, até o próximo projeto experimental iraniano do Asghar Farhadi. Todo e qualquer filme para mim merece o mesmo respeito - assim como as pessoas que os produzem e as que não também.

O que me lembra: se todo cinema é arte, e toda arte gera reflexão, então qualquer filme pode servir de estopim para um debate, mesmo quando desencadeado por um tropeço. Gostaria de jamais fugir dessas questões nos meus textos, e se o filme instiga qualquer discussão que seja, ela será abordada.

O que me leva, enfim, à minha eterna condição de aprendiz. A proposta inicial sempre vai se manter, esse espaço é para ser como uma sala de aula, em que eu também estou constantemente aprendendo. Prova disso são meus textos aqui publicados. Ouse, se tiver coragem, e volte para as primeiras publicações. Jamais excluí nenhuma, e por mais que me envergonhe de várias delas (quanto mais pra trás, mais bosta é o conteúdo e a forma, e não peço desculpas pelo termo), não as tiro do ar por representarem a minha evolução.

Para finalizar, eu acredito em um texto pessoal. Estamos em uma época de conectividade, e ao mesmo tempo, de extremo distanciamento. Estar próximo das pessoas é importante, então deixo os textos e as linguagens formais para as redações e meios mais formais. Mas né, esse sou apenas eu - o cara inteligente e austero visto nessa última foto: