AVISO QUE: No texto a seguir não será discutido o uso da aguardada tecnologia dos 48 quadros por segundo, nem mesmo o uso do 3D no longa, uma vez que a cabine de imprensa na qual o assisti foi apresentada nos normais 24 quadros por segundos e no bom e velho 2D. Por isso, um texto falando sobre o uso de tais formatos em O Hobbit - Uma Jornada Inesperada será publicado imediatamente após o longa estrear, assim como um terceiro texto falando especificamente sobre a relação livro e filme. Segue a crítica!
ATUALIZADO: Leia nossa opinião sobre os 48 quadros por segundo (tecnologia HFR) clicando aqui!!
ATUALIZADO: Leia nossa opinião sobre os 48 quadros por segundo (tecnologia HFR) clicando aqui!!
Surgindo
sob a sombra da trilogia O
Senhor dos Anéis, esta nova adaptação de uma obra de J. R. R. Tolkien
dirigida por Peter Jackson pode ser encarada como uma realização inferior àquela
vista em A Sociedade do Anel se for comparado o peso dramático, a
urgência da trama e até mesmo o dinamismo do longa em si. Porém, cobrar tais
aspectos de um filme que se propõe desde seus primeiros minutos a contar uma
leve e divertida aventura, é simplesmente exigir um longa totalmente diferente,
e neste caso, sugiro que assista de novo ou pela primeira vez a já citada
trilogia do Anel, pois adaptando fielmente (literalmente às vezes) o texto
original de Tolkien, O Hobbit
- Uma Jornada Inesperada, embora possua os mesmos equívocos do livro no
excesso de personagens e Deus
Ex Machinas, é ainda um filme cativante, divertido, bem construído e que
esbanja no carisma das figuras que povoam seu universo. E neste caso até mesmo
sua longa duração, recheada de cenas que poderiam ser facilmente descartadas, acaba passando despercebida tamanho o cativo de seus protagonistas, uma vez que
diferentemente do que acontecia em O
Senhor dos Anéis, aqui não são eles que estão a favor da trama, e sim ela,
a trama, que está a favor dos personagens.












