segunda-feira, 12 de junho de 2017

JONAS [Papo de Cinema]


Escrevi para o Papo de Cinema sobre este longa nacional estrelado por Jesuíta Barbosa, e que está na Netflix. Só clicar aqui.

"...é tanto como alegoria quanto como fatalidade que Jonas encara o arco de seu protagonista."




HOJE À NOITE ELA VIRÁ [Papo de Cinema]


Como parte da cobertura do Fantaspoa 2017, escrevi para o Papo de Cinema sobre este divertido exemplar de cinema gore. Só clicar aqui.

"Uma das coisas mais divertidas em assistir a projetos que se focam apenas em exercitar um estilo é a liberdade e o descompromisso que costumam permeá-los."




SEM NOME [Papo de Cinema]


Como parte da cobertura do Fantaspoa 2017, escrevi para o Papo de Cinema sobre este aborrecido projeto, só clicar aqui.

"Exercitar o gênero não é crime, mas fazer isso sem entender seus fundamentos deveria ser."




20 ANOS + JOVEM [Papo de Cinema]


Escrevi para o Papo de Cinema sobre essa comédia-romântica francesa que está no Netflix! Para lera crítica completa, só clicar aqui.

"...é tão formulaico que nem mesmo o carisma natural de seus protagonistas consegue salvar o projeto da indiferença."



segunda-feira, 15 de maio de 2017

CARA GENTE BRANCA [Papo de Cinema]



Escrevi para o Papo de Cinema sobre a 1ª temporada desse seriado que é baseado num filme homônimo de 2014, a crítica completa pode ser lida aqui.

"Pois sim, amada gente pálida, Cara Gente Branca é uma comédia. E nenhum demérito deve se seguir a essa constatação. Algumas das críticas e discursos mais efetivos em prol de uma causa se utilizam do riso, que apesar da própria definição, é algo sério e de difícil construção..."







terça-feira, 9 de maio de 2017

UM COMENTÁRIO SOBRE ROGER DEAKINS E DENIS VILLENEUVE


Foi divulgado ontem o trailer de Blade Runner 2049, que é dirigido por Denis Villeneuve, um dos novos cineastas que mais admiro. O filme traz muita coisa pra comentar, mas, como sempre, prefiro esperar assisti-lo para falar sobre qualquer coisa com aprofundamento. Queria colocar aqui uma obervação para a qual gostaria que voltassem a sua atenção quando em contato com o filme, e que já pode ser notado pelo trailer, que é os resultados da parceria entre o diretor de fotografia Roger Deakins (veterano da área) e Villeneuve. 

Através dos anos, Deakins se tornou especialista em uma luz difusa e, curiosamente, de grandes contrastes, o que casa perfeitamente com o sub-gênero que gosto de chamar de neonoir - na minha crítica de Sicario, por exemplo, aponto como Deakins e Villeneuve se mantêm fiéis aos alicerces do noir, ao mesmo tempo em que atualizam os seus conceitos para o nosso tempo, incluindo subversões de arquétipos que podem soar ultrapassados, como a femme fatale, que lá surge como um homme fatale. A fotografia sendo um dos elementos mais característicos do movimento, torna-se curioso observar como Deakins e Villeneuve vêm trabalhando para imprimi-lo nos dias de hoje, quando, talvez, sombras alongadas e silhuetas muito marcadas seriam vistos como recursos farsescos demais. Trata-se então de atualização da linguagem de um gênero que marcou época, e acho que isso é o que torna isso tudo tão curioso.

Para exemplificar melhor pra quem pode não conhece, aqui vão algumas imagens marcantes que definem bem a fotografia do noir: