Os Últimos Jedi, episódio anterior das aventuras de Star Wars, encerra com a imagem de uma criança olhando para as estrelas. Forçado a trabalhar nos estábulos de um cassino frequentado apenas pela elite super-rica da galáxia tão tão distante, a mesma nata social que paga e lucra com todas as guerras estelares que dão título a esta amada saga, esse menino demonstra uma leve habilidade com a Força ao fazer uma vassoura levitar até sua mão. E ali, empunhando o cabo como se fosse um sabre de luz enquanto assiste à Millennium Falcon desaparecer no céu noturno como uma estrela cadente, tripulada por protagonistas de todos os sexos, raças e formatos, essa criança simboliza a esperança tão martelada pelo universo de Star Wars desde seu primeiro filme.
Pois, como fica definido pela jornada de Rey até ali (Daisy Ridley), a Força não está atrelada à linhagem de sangue de famílias poderosas e nem é de domínio exclusivo de um culto milenar de guerreiros como os jedi. Fica definido a partir daquele momento que a Força e o poder de mudar a galáxia está nas mãos de qualquer um que ainda tenha esperança.
Ou, pelo menos, essa era a ideia antes de A Ascensão Skywalker ocupar seus 142 minutos sendo a única coisa que nenhum desses filmes jamais foi: covarde.
Pois, como fica definido pela jornada de Rey até ali (Daisy Ridley), a Força não está atrelada à linhagem de sangue de famílias poderosas e nem é de domínio exclusivo de um culto milenar de guerreiros como os jedi. Fica definido a partir daquele momento que a Força e o poder de mudar a galáxia está nas mãos de qualquer um que ainda tenha esperança.
Ou, pelo menos, essa era a ideia antes de A Ascensão Skywalker ocupar seus 142 minutos sendo a única coisa que nenhum desses filmes jamais foi: covarde.






